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		<title>Joomla! powered Site</title>
		<description>Joomla! site syndication</description>
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		<title>Powered by Joomla!</title>
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			C.I. Staff 
			
			
			Na maioria das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no Brasil e em todo o mundo, os neg&amp;oacute;cios s&amp;atilde;o viabilizados n&amp;atilde;o pelos seus equipamentos, nem pelo espa&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico de uma f&amp;aacute;brica ou pela quantidade de pessoas que trabalham dentro e fora dos escrit&amp;oacute;rios. O que sustenta as empresas no mercado, o que garante sua sobreviv&amp;ecirc;ncia face &amp;agrave; concorr&amp;ecirc;ncia e o que define quem a empresa &amp;eacute;, e como ela deve agir, &amp;eacute; o seu conhecimento sobre o neg&amp;oacute;cio. 
			
			
			O capital intelectual de uma empresa, seja a deten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um know-how sobre a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um produto, presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um servi&amp;ccedil;o ou a capacidade de tomar decis&amp;otilde;es com base em informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; o que constr&amp;oacute;i a base de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio e sustenta as suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no mercado, provendo retorno e definindo obejtivos. 
			
			
			As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma empresa, pelo menos durante o est&amp;aacute;gio inicial do seu neg&amp;oacute;cio, esteve guardada com os profissionais que compunham seu quadro de funcion&amp;aacute;rios. Em um determinado momento, ficou claro que estas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es deveriam permanecer dentro da empresa, dissociadas das pessoas, que passaram a manipul&amp;aacute;-las ao inv&amp;eacute;s de possu&amp;iacute;-las. 
			
			
			Esta ruptura objetivava n&amp;atilde;o s&amp;oacute; o compartilhamento das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho em conjunto, mas tamb&amp;eacute;m, e principalmente, para garantir a continuidade do neg&amp;oacute;cio, desvinculando a disponibilidade desta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; do profissional. Hoje, estas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o, em sua maioria, armazenadas nos ativos tecnol&amp;oacute;gicos da empresa. 
			
			
			Al&amp;eacute;m disso, muitas destas empresas passaram a confiar &amp;agrave; tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a pr&amp;oacute;pria viabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio, baseado na velocidade de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados e eventos e no controle da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A rede de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; hoje a principal ferramenta para a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas metodologias, visando o melhor funcionamento da empresa. 
			
			
			Dentre estas tecnologias podemos citar: computadores, redes, servidores, acessos &amp;agrave; Internet, envio e recebimento de correio eletr&amp;ocirc;nico, transfer&amp;ecirc;ncia de arquivos, acessos remotos, etc. Todas estas tecnologias ent&amp;atilde;o lidando com o seu mais valioso bem, a Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. 
			
			
			De acordo com a &amp;uacute;ltima pesquisa nacional da M&amp;oacute;dulo Security Solutions, 77% das empresas brasileiras disseram ter sofrido ataques e invas&amp;otilde;es nos seus sistemas. Deste total, 35% reconheceu ter tido perdas financeiras e 65% n&amp;atilde;o soube quantificar seus preju&amp;iacute;zos. Para 78% dos entrevistados, as amea&amp;ccedil;as, os riscos e os ataques devem aumentar. 
			
			
			Segundo pesquisa do PWC Advisor Services, 68% dos incidentes de seguran&amp;ccedil;a t&amp;ecirc;m origem nos funcion&amp;aacute;rios, 64% nos hackers, 18% nos competidores e 11% nos prestadores de servi&amp;ccedil;os. 
			
			
			Os ataques de v&amp;iacute;rus, trojans e worms, respons&amp;aacute;veis pela paralisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de redes e roubo de dados, custaram, segundo a empresa inglesa de seguran&amp;ccedil;a mi2g , entre US$ 169 bilh&amp;otilde;es e US$ 204 bilh&amp;otilde;es em todo o mundo em 2004. Neste c&amp;aacute;lculo est&amp;atilde;o considerados os custos de suporte e helpdesk, pagamentos de horas extras, contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoal, servi&amp;ccedil;os para a remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos v&amp;iacute;rus e perda de produtividade. 
			
			
			No mesmo caminho seguem os problemas ocasionados pelo spam (US$ 119 bilh&amp;otilde;es), causando perda de velocidade da Internet e a eros&amp;atilde;o da produtividade dos funcion&amp;aacute;rios. Fraudes por email (phishing scam) causaram, em 8 meses, preju&amp;iacute;zos de US$ 44 bilh&amp;otilde;es. S&amp;oacute; no Brasil, os ataques registrados pelo NBSO indicam um aumento de 117%. As fraudes por email cresceram 72% e os ataques a servidores tiveram um aumento de 114%. 
			
			
		
	


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	<item rdf:about="http://controledainformacao.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=23">
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		<dc:date>2006-12-25T23:18:47+01:00</dc:date>
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		<title>Hacker chinês invade 5 servidores da Canonical</title>
		<link>http://controledainformacao.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=23</link>
		<description>
Uma s&amp;eacute;rie de ataques foi tra&amp;ccedil;ada at&amp;eacute; um servidor comunit&amp;aacute;rio da Canonical, a empresa respons&amp;aacute;vel pelo Ubuntu Linux. Uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais aprofundada revelou que n&amp;atilde;o era uma &amp;uacute;nica m&amp;aacute;quina, das 8 disponibilizadas para uso da comunidade Linux, 5 estavam comprometidas. 


Um invasor assumiu o controle dos servidores, e estava fazendo ataques Denial-of-Service com eles. A invas&amp;atilde;o foi iniciada de um IP na China. 


O time de seguran&amp;ccedil;a da Canonical correu atr&amp;aacute;s do preju&amp;iacute;zo. Descobriu que os computadores estavam apinhados de scripts e programas desatualizados, mais de quinze pacotes diferentes (art-web, gallery, drupal, phpmyadmin, wordpress, postnuke, phpbb, smf, moodle, planet, aspseek, moin, taskfreak, cms made simple e mediawiki). Dos que era trivial verificar a vers&amp;atilde;o, TODOS estavam desatualizados e faltando patches de seguran&amp;ccedil;a. Qualquer um poderia ser usado para conseguir acesso shell. 

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	<item rdf:about="http://controledainformacao.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=4">
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		<dc:date>2006-12-04T20:00:00+01:00</dc:date>
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		<title>Agentes americanos querem 'hackers' como aliados contra crimes na Internet</title>
		<link>http://controledainformacao.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=4</link>
		<description>
	
	LAS VEGAS, EUA, ago/2007 (AFP)  
	
	
	Agentes federais americanos est&amp;atilde;o apelando para a ajuda dos piratas da inform&amp;aacute;tica para combater o crime e o terrorismo, em mais uma batalha da guerra entre a privacidade e a seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica na Internet. 
	
	
	A Ag&amp;ecirc;ncia de Seguran&amp;ccedil;a Nacional (NSA), o Departamento da Defesa e o FBI est&amp;atilde;o entre as ag&amp;ecirc;ncias policiais, de espionagem e militares representadas na DefCon, um encontro internacional de piratas da inform&amp;aacute;tica em Las Vegas.
	
	Os  hackers  e especialistas em seguran&amp;ccedil;a virtual eram maioria entre as mais de 6 mil pessoas que participaram da confer&amp;ecirc;ncia de tr&amp;ecirc;s dias, encerrada no domingo, segundo o fundador Jeff  Dark Tangent  Moss.
	
	

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